O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou, neste domingo (22/5), que o surto de varíola dos macacos é algo que “todo mundo deveria se preocupar”. Biden disse que autoridades sanitárias dos EUA já investigam possíveis tratamentos e vacinas contra a varíola.

“Estamos trabalhando duro para descobrir o que fazer”, declarou Biden durante agenda na Ásia.

Ao menos 100 casos foram diagnosticados fora da África. São 14 países: Reino Unido, Espanha, Portugal, Alemanha, França, Bélgica, Holanda, Itália, Suécia, Israel, Estados Unidos, Canadá, Áustria e Austrália.

O continente africano, onde a infecção tem maior incidência, acumula mais de 1,2 mil casos suspeitos. Não há relatos de casos no Brasil.

O que é a varíola dos macacos

A doença foi diagnosticada pela primeira vez em humanos em 1970. De acordo com o perfil dos pacientes infectados atualmente (homens gays ou bissexuais, em sua maioria), especialistas observam a possibilidade dela ser transmitida por meio do sexo sem proteção, além de pelo contato com lesões em pessoas doentes ou gotículas liberadas durante a respiração.

Os primeiros sintomas da infecção são febre, dor de cabeça, dor no corpo e nas costas, inchaço nos linfonodos, exaustão, calafrios e erupções que aparecem no corpo inteiro (principalmente rosto, mãos e pés) e evoluem, formando crostas, até cair.

A varíola de macacos é transmitida, primariamente, por meio do contato com esquilos ou macacos infectados e é mais comum em países africanos. Antes do surto atual, só quatro países fora da África já tinham identificado casos na história.

Fonte: TV Gazeta

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