A queda de temperatura em várias regiões do Brasil é favorável para a proliferação do vírus sincicial respiratório (VSR) que pode causar infecções nas vias respiratórias, principalmente em crianças menores de cinco anos. Por isso, o Ministério da Saúde alerta para prevenção e o diagnóstico precoce para evitar casos graves.

O VSR é uma das principais causas de infecções das vias respiratórias e pulmões em recém-nascidos e crianças pequenas, que podem causar bronquiolite e pneumonia. O período de sazonalidade do vírus normalmente tem início em maio e se estende até o mês de setembro, podendo se alongar em algumas regiões.

Entre janeiro e abril de 2022, foram notificados no sistema do Ministério da Saúde cerca de 3,6 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), causados pelo vírus sincicial. A maior parte dos casos ocorreu em crianças menores de 4 anos de idade. Importante ressaltar que no Brasil as informações sobre os dados epidemiológicos, com resultados laboratoriais de VSR, ocorre de maneira amostral, nem todos os casos notificados são pesquisados para VSR, então os dados apresentados inferem uma amostra de casos observados, e identifica a circulação do VSR no local, unidade federada e país.

Entre os sintomas, os mais comuns são febre baixa, dor de garganta, dor de cabeça e secreção nasal. Mas fique atento caso outros sinais de alerta apareçam, como febre alta, tosse persistente, dificuldade para respirar, chiado no peito, lábios e unhas arroxeados. Com o aparecimento desses sintomas, a recomendação é procurar uma Unidade Básica de Saúde para o primeiro atendimento.

O vírus pode atingir pessoas de qualquer idade, inclusive adultos, mas os quadros mais graves acontecem em crianças menores de 2 anos, especialmente nos menores de 6 meses. Por isso, a amamentação nessa fase da vida, por exemplo, é um reforço imunológico importante. Em casos de infecção, o diagnóstico é clínico e pode ser feito o exame de painel viral que detecta a presença do VSR na orofaringe.

Entre os sintomas, os mais comuns são febre baixa, dor de garganta, dor de cabeça e secreção nasal. Mas fique atento caso outros sinais de alerta apareçam, como febre alta, tosse persistente, dificuldade para respirar, chiado no peito, lábios e unhas arroxeados. Com o aparecimento desses sintomas, a recomendação é procurar uma Unidade Básica de Saúde para o primeiro atendimento.

O vírus pode atingir pessoas de qualquer idade, inclusive adultos, mas os quadros mais graves acontecem em crianças menores de 2 anos, especialmente nos menores de 6 meses. Por isso, a amamentação nessa fase da vida, por exemplo, é um reforço imunológico importante. Em casos de infecção, o diagnóstico é clínico e pode ser feito o exame de painel viral que detecta a presença do VSR na orofaringe.

Entretanto, para reduzir os riscos de crianças terem bronquiolite e pneumonia nessa época do ano, o Ministério da Saúde reforça algumas medidas importantes. Evitar o contato ou exposição da criança com outra pessoa já contaminada, reforçar os cuidados básicos de higiene como lavagem frequente das mãos com água e sabão e limpeza dos objetos que podem estar contaminados, como brinquedos, podem prevenir a transmissão do vírus.

Além das medidas não farmacológicas, a Pasta tem um programa estratégico para prevenção da infecção pelo VSR em crianças altamente vulneráveis que correm o risco de desenvolver quadros graves. Essas crianças são aquelas que nasceram com menos de 28 semanas de idade gestacional ou que tenham Cardiopatia Congênita ou Doença Pulmonar Crônica da prematuridade descompensadas.

A prevenção é feita com o anticorpo monoclonal Palivizumabe, que é aplicado mensalmente durante 5 meses no período da sazonalidade (que pode variar de fevereiro a agosto de acordo com a região).

Fonte: tv gazeta

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