O Ministério das Cidades informou que as prestações do programa “Minha casa, minha vida” ficarão 237,5% mais caras a partir de junho para os beneficiários da faixa 1.

O percentual refere-se ao valor máximo, que passará de R$ 80 para R$ 270 por mês, válidos para quem tem rendimento de R$ 1.200,01 a R$ 1.800. Já o valor mínimo, para famílias com renda até R$ 800, subirá 220%: de R$ 25 para R$ 80, segundo informações da Folha de S.Paulo.

De acordo com o ministério, os novos valores passarão a valer para contratos assinados com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil a partir do dia 1º de julho.

Em nota, o ministério alegou que os reajustes se devem à “atualização dos custos da construção” e às “melhorias estabelecidas nesta nova fase”, referindo-se à terceira fase do programa, que prevê a construção de dois milhões de imóveis até 2018.

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