Em resposta as palavras da modelo Najila Trindande: “A polícia está comprada”, a Associação dos Delegados de Polícia Civil de São Paulo, enviou a seguinte nota de resposta para a redação do Portal MCZ10:

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP) vem a público repudiar veementemente a afirmação feita pela Srta. Najila Trindade de que a polícia estaria “comprada”.

Antes de mais nada, reafirmamos nossa solidariedade a toda e qualquer vítima de violência de gênero e o compromisso da Polícia Civil do Estado de SP em combater com rigor este tipo de crime. Todavia, não podemos tolerar que afirmações sem qualquer fundamento venham a macular a honra de policiais e a imagem de toda uma instituição.

Com mais de 100 anos de história, a Polícia Civil de São Paulo é uma instituição respeitada e que possui em seu quadro servidores competentes que desenvolvem seu trabalho com seriedade, comprometimento e respeito máximo às normas legais vigentes.

Toda investigação realizada pela Polícia Civil é inequivocamente regida pelos princípios da isenção e imparcialidade, e seu único compromisso é com a busca pela verdade. A polícia judiciária se mantém firme em seu caráter investigativo, que exige independência absoluta em sua atuação.

Reafirmamos, assim, nossa estrita confiança no trabalho da delegada de polícia que preside a investigação, na equipe do Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD) – referência nacional em identificação digital –, bem como nos demais policiais civis que nela labutam, com a certeza de que a polícia civil bandeirante seguirá prestando um serviço responsável, ético e de qualidade à sociedade.

Gustavo Mesquita Galvão Bueno, presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP)

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