Na edição 2021 do No Limite, Paula Amorim impressionou a todos com sua força e vontade de vencer cada etapa do reality. Nas competições e na relação com os outros participantes, a campeã do ano passado mostrou parceria e levantou bandeiras sobre a força feminina. Um ano depois, ela se mostra animada com a nova temporada e elogia as participantes mulheres do novo programa.

“Acredito que, de uma forma geral, a força da mulher está cada vez mais reconhecida. Com a volta do programa, com certeza houve um resgaste do público, e a apresentação da mulherada desse ano foi forte! Acho que elas estão vindo com garra, se apresentaram de uma forma muito legal, então acho que a gente pode esperar… Acredito em mulheres chegando na Final”, diz.

“A dica é para elas não duvidarem em momento algum da capacidade delas. E que elas podem sim sair campeãs, como a gente já viu em outras edições”, reforça.

Para chegar à grande Final e, consequentemente vencer o grande prêmio de R$ 500 mil, é preciso estar atento e preparado para todos os desafios que surgirem, mas, se pudesse dar uma dica de ouro das principais qualidades de um vencedor, Paula diria:

“Acredito que tem dois fatores que podem levar um participante à Final. O primeiro deles é demonstrar muita raça e muita vontade nas provas. Mesmo se não tiver um excelente desempenho, mas se ele está demonstrando, dando de tudo pela tribo… a tribo vai abraçar esse participante e vai evitar de votar nele.”

“Outra coisa é ser proativo e ser bom de relacionamento. Acho que o programa tem a parte da prova, mas a convivência é muito importante. Se você ajuda a sua tribo a ter melhor qualidade, mesmo no perrengue, ajudando a buscar lenha, dando soluções para momentos de dificuldades, sendo parceiro, conversando… Você tem que ter um bom relacionamento para a galera não votar em você. A soma dessas duas qualidades vai fazer muita diferença”, acredita.

Para a sua entrada, a mineira de 32 anos lembra que se preparou fisicamente e mentalmente, mas, mesmo assim, se surpreendeu com as dificuldades. E demonstra carinho ao falar de toda a sua trajetória na fictícia Praia Brava:

“Eu não mudaria nada, não. Eu me preparei para entrar no programa, da melhor forma que eu pude. Eu entendi que o programa era muito difícil e, mesmo assim, foi pior do que eu me imaginava. O perrengue é muito maior. Me dediquei 100% nas provas; pude colaborar com a minha equipe ali dentro, fiz bons aliados… Acho que foi uma trajetória que teve para chegar na final. Eu não mudaria nada, ainda mais sabendo que eu pude ganhar com a aprovação do público. Se você ganha fazendo os dois jogos, internos e externos, não teria nada para mudar, não”.

Fonte: TV Gazeta

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