Marina Ruy Barbosa concedeu entrevista ao jornal O Globo neste domingo (17/4) e abriu o coração sobre diversos temas. Além de falar sobre seus posicionamentos políticos, a atriz desabafou a respeito de divórcio com Alexandre Negrão, sua relação com Bruna Marquezine, e deu detalhes da carreira.

Marina deixou claro que o momento de maior fragilidade em sua vida foi sua separação com Alexandre Negrão, uma vez que a distância entre os dois durante a pandemia começou a afetar o relacionamento: “Não queríamos nos separar. Mas, no dia a dia, percebemos que o gostar e o amor não são suficientes para fazer uma relação continuar. Mil fatores distanciam um casal. Na pandemia, Xande estava morando em Fortaleza por causa do trabalho e eu, em São Paulo para cuidar da marca [Ginger, loja de roupas da atriz]. Começamos a não enxergar um futuro, sabe? Quando me casei, aos 22 anos, achava que tudo seria mais fácil. Mas não é”.

Marina Ruy Barbosa e Bruna Marquezine eram muito amigas, chegando a até contracenar na novela Deus Salve o Rei. No entanto, após polêmicas e ruídos na relação, a atriz admitiu que a proximidade não é a mesma: “Existe muito respeito e eu tenho um carinho enorme por ela. Compartilhamos uma vida bastante parecida. Mas fofocas atrapalharam essa relação. No fim, é uma questão de afinidade.”

Perguntada sobre sua relação com o deputado federal Guilherme Mussi, do partido Progressistas, Marina deixou claro que o relacionamento iniciou após o parlamentar insistir: “Guilherme é um homem muito insistente e tem uma coisa que eu admiro: personalidade. Depois que fiquei solteira, ele foi se aproximando de amigos em comum para ir me cercando. Iniciamos uma conversa e foi”

A atriz também comentou sobre o atual Presidente da República, ao qual o partido de Mussi, o Progressistas, é aliado. “Bolsonaro não me representa. Não votei nele e não tenho como me aprofundar em questões políticas porque não sou uma grande estudiosa do assunto. Mas há decisões desse governo que afetam nossas vidas diretamente. Não preciso ter muito esclarecimento para que deseje um novo rumo para o país”, detalhou.

A modelo também comentou o fato de ser vista como “isenta”, uma vez que não costuma se posicionar politicamente: “Sei que, de alguma forma, me enxergam nesse lugar de isenta. Hoje, no entanto, tenho um olhar muito para mim, não no sentido egoísta. Mas é uma busca de autoconhecimento. Coisa em que a terapia tem me ajudado. Entendi que tenho um limite para suportar ataques nas redes sociais. Acho cruel compararem o limite de uma pessoa com o de outra. Uns podem achar que quem não xinga ou não se manifesta é covarde. Não é medo de perder seguidores ou trabalho. O medo até existe, mas é um medo em relação à minha saúde mental. Não há mais espaço para errar. Um deslize e você recebe uma série de julgamentos”.

Além disso, a atriz também comentou seu próximo papel na série Rio Connection, série estrangeira feita em parceria entre a TV Globo e Sony: “Quando não sabia ao certo o futuro do meu casamento, surgiu a chance de fazer um filme internacional. Acabei não fazendo e surgiu essa série gringa, falada em inglês. Estou muito animada.”

Fonte: TV Gazeta

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