Desde que veio ao mundo, em maio de 2019, o primogênito do casal príncipe Harry e Meghan Markle vem quebrando paradigmas. Ao contrário dos primos, Archie não foi apresentado de acordo com o ritual tradicional da realeza e, segundo especialistas, a certidão de nascimento dele representa outra quebra de protocolo.

No documento oficial, que configura um registro público da Inglaterra, os fãs ficaram perplexos ao ver que Meghan foi listada como “princesa do Reino Unido” na categoria que indica o título de trabalho da mãe.

A denominação pode parecer natural, visto que Harry sempre recebeu a alcunha de príncipe. Contudo, a esposa dele não é habitualmente chamada da mesma forma. À época do enlace, em 2018, Markle recebeu o título de Duquesa de Sussex — cargo que os fãs esperavam ver na certidão de nascimento de Archie Harrison.

No entanto, a regra tem uma lacuna, como observou a especialista Lucy Hume, em entrevista à revista Harper’s Bazaar britânica. A mesma norma que se aplica à Kate Middleton, futura rainha-consorte, pode ser usada para a cunhada. Embora Meghan não possa, tecnicamente, ser chamada de princesa Meghan, isso não significa que ela não seja uma princesa do Reino Unido.

Após o matrimônio com o caçula de Charles e Diana, ela assumiu o equivalente feminino do título de seu marido — tornando-se princesa Harry de Gales.

Nascida após os pais abrirem mão dos cargos de membros sênior da realeza, a pequena Lilibet Diana veio ao mundo em um cenário bem diferente da experiência do irmão mais velho.

No documento oficial da caçula, o primeiro nome de Harry consta como “O Duque de Sussex”, com “Sua Alteza Real” como seu sobrenome. Enquanto isso, Meghan não usou seus títulos reais. O nome completo dela está escrito como Rachel Meghan Markle, já que o documento exigia os nomes legais e seu nome de solteira.
Fonte: TV Gazeta

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.