Pam Salgadinho após a reforma. Foto: Pei Fon/ Secom Maceió

A Prefeitura de Maceió reabre no próximo dia 16 de maio os blocos A, B e C do PAM Salgadinho, que foram totalmente reestruturados. A reforma, executada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em parceria com a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra), devolve à população o atendimento médico na maior unidade de saúde pública do Município.

Além dos três blocos que foram totalmente reformados, serão reabertos os blocos J, L e N, que receberam pequenos reparos. Contando com os blocos I, que atendem pacientes com HIV/Aids, e O, que abriga o Centro de Reabilitação, o PAM Salgadinho retoma o atendimento com oito unidades em funcionamento. “Já asseguramos a licitação para a reforma dos outros blocos do PAM e a meta é entregá-lo totalmente reestruturado, com melhores condições de trabalho para médicos e servidores e de atendimento à população até o final de 2016”, anuncia o prefeito Rui Palmeira.

Pam Salgadinho após a reforma.  Foto: Pei Fon/ Secom Maceió
Pam Salgadinho após a reforma. Foto: Pei Fon/ Secom Maceió

A reforma do PAM Salgadinho atende uma reivindicação antiga de médicos e servidores da unidade, que reconhecem o trabalho desenvolvido pelo Município para reestruturação da unidade. “O secretário José Thomaz Nonô foi receptivo aos apelos da categoria médica e viabilizou, junto à Prefeitura de Maceió, as condições necessárias à recuperação do posto”, reconhece o Sindicato dos Médicos (Sinmed), em publicação institucional.

As obras no PAM Salgadinho vinham sendo adiadas porque não havia o reconhecimento de dominialidade do prédio, pertencente ao antigo Inamps.  Sem a documentação, o Município não poderia executar os recursos que haviam sido liberados pelo Ministério da Saúde para esta finalidade. Para viabilizar a obra, o secretário municipal de Saúde, José Thomaz Nonô, foi  ao Ministério da Saúde, em Brasília, onde conseguiu a liberação dos recursos para a conclusão do Centro Especializado de Reabilitação (CER-III) e a construção da oficina ortopédica do PAM Salgadinho.  A obra do CER III foi orçada em R$ 999,77 mil. Do total, o Ministério da Saúde só havia repassado 10%.

Pam Salgadinho após a reforma.  Foto: Pei Fon/ Secom Maceió
Pam Salgadinho após a reforma. Foto: Pei Fon/ Secom Maceió

“As equipes do CER e da Coordenação de Planejamento da Secretaria aguardavam o restante do dinheiro desde junho do ano passado, prazo que o Ministério deu para que a SMS apresentasse o projeto – o que foi cumprido – e o documento de posse ou cessão do imóvel que sedia as instalações do PAM Salgadinho”, explicou Nonô. “Conseguimos localizar esse documento graças ao empenho do gerente executivo do INSS em Alagoas, Edgar Barros, e destravamos o processo em Brasília, acabando com o entrave que inviabilizava a reforma do prédio. A mesma coisa aconteceu com os recursos para construção de uma oficina ortopédica dentro do prédio do PAM, de R$ 250 mil, dos quais também só tinham sido liberados 10% do valor”, complementou o gestor.

Para minimizar o prejuízo aos usuários do Sistema Único de Súde (SUS) durante as obras, o secretário José Thomaz Nonô decidiu realocar o contingente de médicos e servidores da unidade para outros postos de Saúde de Maceió. “À medida que o PAM Salgadinho reabilitar o atendimento, os médicos e servidores retomarão seus postos,”, afirma o secretário.

Com a reabertura, a população terá de volta o atendimento regular de diferentes especialidades médicas e do Núcleo de Atividade Física.

Blocos I e O 

A gestão municipal conseguiu entregar antecipadamente os blocos I e O, que necessitavam de pequenos reparos. O bloco I é destinado ao tratamento de pessoas com Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids, e conta com especialistas em Infectologia, Ginecologia, Odontologia, Gastro, Psicologia, Psiquiatria, Infecto- Pediatria, enfermeiros e assistentes sociais.

O bloco O é onde funciona os Centros de Reabilitação (CERs) com equipe de fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta e assistente social. Além de abranger o setor de Órtese e Prótese, com assistentes sociais, nutricionistas, psicólogos, proctologistas e mastologistas.

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