Entre janeiro e maio deste ano, 18.605 famílias maceioenses foram beneficiadas com o Auxílio Brasil, que é um programa do Governo Federal, com objetivo de retirá-las da condição de vulnerabilidade. Somente em Maceió, 77.681 famílias recebem o benefício de, no mínimo, R$ 400.

O secretário de Assistência Social, Carlos Jorge, contou que a coordenação municipal do CadÚnico/Auxílio Brasil tem se dedicado a fazer novos cadastros e a atualizar os dados dos usuários nas unidades da Semas e em ações itinerantes nos bairros.

“Ficamos muito felizes em saber que mais 18 mil famílias estão sendo beneficiadas com o Auxilio Brasil, que é um programa de grande impacto social, que atende famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, para dar a elas uma projeção de dignidade e transformação de vidas”, destacou.

Segundo o Ministério da Cidadania, para serem habilitadas no programa Auxílio Brasil, as famílias devem atender aos critérios de elegibilidade, ter os dados atualizados no Cadastro Único nos últimos dois anos e não podem ter informações divergentes entre as declaradas no cadastro e as de outras bases do Governo Federal.

Já a seleção, que é feita de forma automática, considerando a estimativa de pobreza, a quantidade de famílias atendidas em cada município e o limite orçamentário anual do Auxílio Brasil, por meio do Sistema de Benefícios ao Cidadão (Sibec).

As famílias recebem, pelos Correios, no endereço informado durante o cadastro, duas cartas encaminhadas pela Caixa Econômica Federal, sendo a primeira com orientações gerais sobre o Auxílio Brasil e a segunda com o cartão para movimentação bancária do benefício.

O cartão é gerado automaticamente para todas as famílias que ingressam no Auxílio Brasil, em nome do responsável familiar. Com o cartão, a pessoa pode fazer saques parciais ou no valor integral do benefício. Além disso, pelo aplicativo Caixa Tem, o beneficiário pode pagar contas, realizar transferências e consultar extratos, entre outros serviços.

Além disso, a permanência da família no Auxílio Brasil depende, entre outras questões, do cumprimento de algumas condições que têm o objetivo de estimular as famílias a exercerem o direito de acesso às políticas públicas de assistência social, educação e saúde. Entre os critérios estão a frequência escolar mensal mínima de 60%, para crianças de quatro e cinco anos de idade, e de 75%, para as de seis a 21 anos, a observância do calendário nacional de vacinação instituído pelo Ministério da Saúde, o acompanhamento nutricional de crianças com até sete anos incompletos e o acompanhamento do pré-natal para as gestantes.

*com informações da assessoria.

Fonte: tv gazeta

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