Por Dra. Mariah Morgado Fisioterapeuta (CREFITO2 – 209698F) Formada em Miofibrólise Terapêutica Cabo Frio – Rio de Janeiro

Desenvolvida na Itália nos anos 90 por uma dupla formada por um Fisioterapeuta e um Fisiatra, Virginio Mariani e Giulio Picozzi, como uma evolução de diversos conceitos terapeuticos como  o Gua Sha da Medicina Tradicional Chinesa, a Massagem Transversa Profunda e o Método Crochetagem, a Miofibrólise Percutânea (hoje chamada de Miofibrólise Terapêutica) chegou ao Brasil em 2005 pelo Fisioterapeuta Guilherme Domenech, que introduziu e instalou o Instituto Miofibrólise Percutânea em terras brasileiras seguindo todas as diretrizes e metodologias originais patenteados pela IMP italiana.

O QUE É MIOFIBRÓLISE TERAPÊUTICA?
Mio (músculo), Fibro (fibra), Lise (quebra, dissolução). Simplificando, miofibrólise é o evento fisiológico consequente a quebra ou eliminação do tecido fibroso que limita a mobilidade e flexibilidade mioarticular.
Portanto, o objetivo da Miofibrólise é estimular essa quebra de tecido fibroso e aderências, de forma não invasiva através de técnicas terapêuticas com o auxílio de instrumentos , para intervir sobre o tratamento das disfunções dos tecidos moles contráteis e não contráteis, associadas as tendinopatias, entesopatias (patologias que envolvem as inserções tendíneas, musculares e osteoligamentares no osso), lesões musculares, capsuligamentares, trigger points, compressões neurais e cicatriciais. (Fonte: IMP)
A aplicação da Miofibrólise terapêutica é através de um conjunto de instrumentos projetados especicamente de acordo com cada função ao longo da evolução prática para otimizar as habilidades do fisioterapeuta, como a sensação do toque, para potencializar os resultados do tratamento.
Benefícios da Miofibrólise Terapêutica
– Liberação miofascial;
– Melhora do rendimento muscular;
– Relaxamento muscular;
– Melhora da flexibilidade articular;
– Melhora da mobilidade articular;
– Melhora a circulação e a oxigenação dos tecidos;
– Redução da dor de origem inflamatória ou traumática;
– Redução de edema;
– Redução de hematomas;
– Quebra de aderências cicatriciais pós cirúrgica;
– Melhora de neuralgias de origem por irritação mecânica;
– Aumenta a consciência corporal;
– Promove bem estar físico e emocional;
Contra-indicações: edemas generalizados, estados inflamatórios agudos (aplicação direta), alterações vasculares e circulatórias (varizes, flebites, trombose), reações auto-imunes, câncer.
Precauções: feridas abertas, tecido cicatricial recente, doenças cutânes contagiosas (micoses, catapora, sarampo), diabéticos, gestantes, crianças, estado psicológico do paciente.
Como todo recurso terapêutico, a escolha e a aplicação da Miofibrólise Terapêutica é restrita ao profissional que irá determinar as melhores abordagens após uma avaliação completa do paciente e de seu quadro clínico.
Lembrando que a Miofibrólise Terapêutica deve ser realizada por profissionais qualificados e por ser um método patenteado e de marca registrada, somente profissionais com formação do curso oficial do Método Miofibrólise Terapêutica, ministrado pelo Guilherme Domenech e Márcio Puglia, podem aplicá-la.
Por Dra. Mariah Morgado
Fisioterapeuta (CREFITO2 – 209698F)
Formada em Miofibrólise Terapêutica
Cabo Frio – Rio de Janeiro

 

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