ILUMINAR – PARTE 2 (por Ciro Oliveira)
(Poema – Descrito)
Igual, ruas, vielas, passarelas entre lugares para que possam se interligar.
Como é tão normal, nossos dias parecem iguais os quais um dia já foram.
Grandiosamente é, e tão cheios de defeitos para que possamos aprender ao certo fazer.
É absoluto.
Colocamos-nos em uma diretriz de querer para satisfazer o ego do nosso ser.
Não há nada tão normal quanto, não há razão para questionar, somos esses seres que vivem questionando nossa moralidade olhando o que outro irá falar. É humano!
Quando começamos a andar com nossas próprias pernas sem alguém que possa apoiar ou usar da sua força para nos fazer-nos capazes, é ai que muita coisa começa a ter sentido.
Quando pequeno sonhava que podia voar, pensava ou sabia que as formas naturais da natureza são mais do que sabemos. A continuidade de um aprendizado pequeno e limitado me fazia olhar tudo como é para todo mundo, questionar era minha única opção.Um dia alguém me disse:…
“Entre tantos que se escondem, alguns se revelam capazes de transcender o imaginário.
Muitos andam sem ver saída alguma, pois foi-lhes mostrado uma única via, plena obediência a ignorância.
Outros juram que não há escolha, certos que os caminhos por onde rodeiam fazem parte de um lida dura, amarga e desumana. “Certas coisas me afligem outras nem tanto. Lutar pela superação das expectativas é não ser igual. A primeira vez que pude relatar isso houve medo, pânico, tremores. Eu lembro bem como foi assombroso para você.
A magia toda que você imagina está apenas em sua imaginação, a realidade é bem melhor, tem mais efeitos é dramático, com mais vida e o melhor de tudo….nos ensina. Relato!